segunda-feira, 29 de julho de 2013

Palavras perdidas, acumuladas, jogadas e quem sabe, reutilizadas?

Um Pequeno erro, algo cármico.
Vista a mascara, escolha teu melhor sorriso e minta.
É uma cena doentia, por que não? Haveria, no entanto, uma possibilidade; uma chave mestra, um olho magico.
O Mundo a sua volta... Repense.
O que?
Precisamos respirar, nos de tempo, nos de espaço.
Somos todos um grande monte de merda.
Oh, Docinho... Calma. Ainda resta você.
Mas dessa vez, apenas dessa vez, vou te contar um segredo. Deixa eu contar?
Acabou.
Chega de Teatro, chega de baderna, parou com essa " vamos aloprar "
Infraestrutura psicológica? Faz-me rir.
Uma chance, uma unica oportunidade jogada fora. Espero que não cometa erros demais, eles costumam acarretar mais dor de cabeça.
Porém, deixa de lado essa falsa modéstia, não acredito em você. Essas palavras, suas palavras torpes e vazia, tão vazias quanto seus olhos ( e sua cabeça ), refletindo seu interior Podre, deteriorado.
A guerra constante, interiormente abstrata. Diga-se de passagem, foi divertido.
E as cortinas se fecham, e todos saem sem aplaudir. Porque foi um show e tanto, mas não valeu a pena.

sexta-feira, 22 de março de 2013

~ Você Entende o que Quero Dizer...?

Poema vazio jogado ao Vento, quanta mesura.
Certamente as duvidas cruciais chegaram ao “xis” da questão, Romance? Outrora, magnitude.
O Dispor de Palavras forjadas, utilizadas como um Jargão, banalidade, assinatura no roda pé, tudo bem.
Em circunstancias normais me limitaria a sorrir, ou quem sabe arfar... Atuação convincente.
Erro comum, há sempre uma gafe.
O Eu te amo, “retro”, saiu de moda.

~ Nostalgiando?

Característica adversa. Nem Sim e nem Não.
Adoro um Talvez.
Mas um Talvez? O Talvez.
Pode ser que as portas Sim e Não estejam fechadas, mas a Janela do Talvez, embora ínfima, pode estar escancarada.
O Talvez, aquela reticências que nos Permite a dor da Duvida, quem sabe, a dor da Certeza. Mas mesmo assim, talvez, uma chance.
Um leque de Possibilidades, uma oportunidade de ser feliz, sua carta Branca para alegar sua insanidade mental, ou os segundos restantes da incerteza.
Mas sim;
Quem sabe não...
Talvez.

~ Contos de Fadas.

As Princesas estão mortas, os Príncipes são gays, o feitiço dura até que os copos se esvaziem e a Fada Madrinha fugiu com o Sapo.
Os “Felizes para Sempre” caíram em desuso, o “Eu te Amo” virou “Bom Dia” e a capacidade de se iludir esta em alta, onde foi parar a matéria prima da Paixão?
A Piada substituiu a Poesia, a ficada casual tomou o lugar do Romance e a atração física se sobrepõe ao Caráter.
Que houve com o Mundo?
E ainda há quem espere o Príncipe encantado, a Princesa Educadinha... Querem se livrar da Madrasta que não é má e no final das contas, eles se conformam com a Bruxa, ou com os Ogros, e elas se encantam pelos Reis do Charlatanismo, ou quem sabe, até mesmo pelas “Irmãs Malvadas”.
Só me pergunto...
... Há um estoque de Maças envenenadas?

domingo, 24 de fevereiro de 2013

*~


É como um despertar incomodo.
Imediatamente recomposto, pensamentos aleatórios, viagem alucinante... Predestinação, característica comum.
A xícara fumegante de café, os maços de cigarro amassados, o olhar débil e a respiração entrecortada por soluços insanos. O Entorpecimento deu lugar à loucura, a dor consome os pensamentos, forçando as lembranças serem insuportáveis.
Os Dedos trêmulos percorrem as cartas de folhas amareladas, registros contraditórios do agora. Como o tempo passa...
As cenas lentas em preto e branco ecoam na mente, como um filme mudo simples, embora repleto de controvérsias.
O gélido ar da noite desperta a mais primitiva sensação de solidão, de abandono. Os sussurros causados pelas lembranças ainda frescas arrepiam a nuca, como vozes sobrenaturais implorando uma chance de serem revividas.
Desperto. Insano;
Pego. Completo;
Vazio. Confuso...
Inexplicavelmente, comum.